Qualquer curva de qualquer destino que desfaça o curso de qualquer certeza. Qualquer coisa! Qualquer coisa que não fique ilesa, qualquer coisa que não fixe.
sábado, 27 de setembro de 2008
Sossega, preta, não se morre de amor nos trópicos
Todo mundo que se veste com a roupa da utopia, sofre tanto, sofre muito... Eu estava nu e não sabia. Eu e minha namorada, eu nu e ela nua, vestidos de utopia, fomos passear na rua: tropeço, tombo fatal, meio-fio, meia-lua, Baque Lindo.
Um comentário:
volta a escrever mulher!
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