Qualquer curva de qualquer destino que desfaça o curso de qualquer certeza. Qualquer coisa! Qualquer coisa que não fique ilesa, qualquer coisa que não fixe.
sábado, 7 de agosto de 2010
sábado, 17 de outubro de 2009
Além de compreender, aceitar
que decisões desse porte são reflexo de uma realidade tão válida quanto correta. Não por necessidade, não por obrigatoriedade, mas COM consciência, a qual não é dada a niguém e sim montada por cada um.
Meta: novo rumo.
contruir, contribuir e produzir!
Meta: novo rumo.
contruir, contribuir e produzir!
sábado, 5 de setembro de 2009
04.09.2009
Ele a havia beijado.
Sofreu um tremor que não se via por fora e que se iniciou bem dentro dele e tomou-lhe o corpo todo estourando pelo rosto em brasa viva. Deu um passo para trás ou para frente, nem sabia mais o que fazia. Perturbado, atônito, percebeu que uma parte de seu corpo, sempre antes relaxada, estava agora com uma tensão agressiva, e isso nunca lhe tinha acontecido.
Estava de pé, docemente agressivo, sozinho no meio dos outros, de coração batendo fundo, espaçado, sentindo o mundo se transformar. A vida era inteiramente nova, era outra, descoberta com sobressalto. Perplexo, num equilíbrio frágil.
Até que, vinda da profundeza de seu ser, jorrou de uma fonte oculta nele a verdade. Que logo o encheu de susto e logo também de um orgulho antes jamais sentido: ele...
Ele se tornara homem.
Clarice
Sofreu um tremor que não se via por fora e que se iniciou bem dentro dele e tomou-lhe o corpo todo estourando pelo rosto em brasa viva. Deu um passo para trás ou para frente, nem sabia mais o que fazia. Perturbado, atônito, percebeu que uma parte de seu corpo, sempre antes relaxada, estava agora com uma tensão agressiva, e isso nunca lhe tinha acontecido.
Estava de pé, docemente agressivo, sozinho no meio dos outros, de coração batendo fundo, espaçado, sentindo o mundo se transformar. A vida era inteiramente nova, era outra, descoberta com sobressalto. Perplexo, num equilíbrio frágil.
Até que, vinda da profundeza de seu ser, jorrou de uma fonte oculta nele a verdade. Que logo o encheu de susto e logo também de um orgulho antes jamais sentido: ele...
Ele se tornara homem.
Clarice
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
para Beral - Anaïs Nin

sejamos como O sistema sensorial: trabalhemos com as experiências.
06 - "Os sistemas sensoriais não evoluíram para mostrar ao organismo a realidade, mas para criar uma realidade útil a esse organismo". Concorde ou discorde e justifique.
Não vemos as coisas como são: vemos as coisas como somos.
... E sem fisiologia!
sábado, 27 de setembro de 2008
Sossega, preta, não se morre de amor nos trópicos
Todo mundo que se veste com a roupa da utopia, sofre tanto, sofre muito... Eu estava nu e não sabia. Eu e minha namorada, eu nu e ela nua, vestidos de utopia, fomos passear na rua: tropeço, tombo fatal, meio-fio, meia-lua, Baque Lindo.
domingo, 7 de setembro de 2008
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
a felicidade vai
de manhã.
maltratei, sim, maltratei demais
e machuei, quei, quei, quei meu coração, que bate
que bate calado, que bate calado. que bate, que batedói
bate, dói, dói, que bate, dói, dói
que bate dói.
dói, amor
dói com d
ô dói!
e dói, amor
ô dói e dói
maltratei, sim, maltratei demais
e machuei, quei, quei, quei meu coração, que bate
que bate calado, que bate calado. que bate, que batedói
bate, dói, dói, que bate, dói, dói
que bate dói.
dói, amor
dói com d
ô dói!
e dói, amor
ô dói e dói
sábado, 30 de agosto de 2008
um sopro de vida
Não pense que a pessoa tem tanta força assim a ponto de levar qualquer espécie de vida e continuar a mesma. Até cortar os defeitos pode ser perigoso - nunca se sabe qual o defeito que sustenta nosso edifício inteiro… Há certos momentos em que o primeiro dever a realizar é em relação a si mesmo. Quase quatro anos me transformaram muito. Do momento em que me resignei, perdi toda a vivacidade e todo interesse pelas coisas. Você já viu como um touro castrado se transforma em boi. Assim fiquei eu… Para me adaptar ao que era inadaptável, para vencer minhas repulsas e meus sonhos, tive que cortar meus grilhões - cortei em mim a forma que poderia fazer mal aos outros e a mim. E com isso cortei também a minha força. Ouça: respeite mesmo o que é ruim em você - respeite sobretudo o que imagina que é ruim em você - não copie uma pessoa ideal, copie você mesma - é esse seu único meio de viver. Pegue para você o que lhe pertence, e o que lhe pertence é tudo o que sua vida exige. Parece uma vida amoral. Mas o que é verdadeiramente imoral é ter desistido de si mesma. Gostaria mesmo que você me visse e assistisse minha vida sem eu saber. Ver o que pode suceder quando se pactua com a comodidade.
Clarice Lispector
Clarice Lispector
terça-feira, 19 de agosto de 2008
A cor do coração é a mesma cor
De uns tempos pra cá, telefone, bicicleta, minhas saídas mais secretas tô pensando em deixar. Dê no que tiver que dar: seu amor me basta ter! Pra ficar só com você... Isso de uns tempos pra cá.
domingo, 27 de julho de 2008
luí
"De Itaboca à Rancharia, de Salgueiro à Bodocó, Januário é omaior!"
E foi aí que me falou mei' zangado o véi Jacó:
"Luí" respeita Januário
"Luí" respeita Januário
"Luí", tu pode ser famoso, mas teu pai é mais tinhoso
E com ele ninguém vai,
"Luí"Respeita os oito baixo do teu pai!
E foi aí que me falou mei' zangado o véi Jacó:
"Luí" respeita Januário
"Luí" respeita Januário
"Luí", tu pode ser famoso, mas teu pai é mais tinhoso
E com ele ninguém vai,
"Luí"Respeita os oito baixo do teu pai!
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Máquina
“As onças pardas não eram onças pardas, se chavamam fordes hupmobiles chevrolés dodges mármons e eram máquinas. Os tamanduás os boitatás as inajás de curuatás de fumo, em vez eram caminhões bondes autobondes anúncios-luminosos relógios faróis rádios motocicletas telefones gorjetas postes chaminés... Eram máquinas e tudo na cidade era só máquina. (...)
Macunaíma passou então uma semana sem comer nem brincar só maquinando nas brigas sem vitória dos filhos da mandioca com a Máquina. A Máquina era que matava os homens porém os homens é que mandavam na Máquina... Constatou pasmo que os filhos da mandioca eram donos sem mistério e sem força da máquina sem mistério sem querer sem fastio, incapaz de explicar as infelicidades por si. Estava nostálgico assim. Até que numa noite, suspenso no terraço dum arranhacéu com os manos, Macunaíma concluiu:
– Os filhos da mandioca não ganham da máquina nem ela ganha deles nesta luta. Há empate. (..)
A máquina devia de ser um deus de que os homens não eram verdadeiramente donos só porque não tinham feito dela uma Iara explicável mas apenas uma realidade do mundo. De toda essa embrulhada o pensamento dele sacou bem clarinha uma luz: Os homens é que eram máquinas e as máquinas é que eram homens. Macunaíma deu uma grande gargalhada. Percebeu que estava livre outra vez e teve uma satisfa mãe. Virou Jiguê na máquina telefone, ligou pros cabarés encomendando lagostas e francesas.”
Mário de Andrade, Macunaíma
Macunaíma passou então uma semana sem comer nem brincar só maquinando nas brigas sem vitória dos filhos da mandioca com a Máquina. A Máquina era que matava os homens porém os homens é que mandavam na Máquina... Constatou pasmo que os filhos da mandioca eram donos sem mistério e sem força da máquina sem mistério sem querer sem fastio, incapaz de explicar as infelicidades por si. Estava nostálgico assim. Até que numa noite, suspenso no terraço dum arranhacéu com os manos, Macunaíma concluiu:
– Os filhos da mandioca não ganham da máquina nem ela ganha deles nesta luta. Há empate. (..)
A máquina devia de ser um deus de que os homens não eram verdadeiramente donos só porque não tinham feito dela uma Iara explicável mas apenas uma realidade do mundo. De toda essa embrulhada o pensamento dele sacou bem clarinha uma luz: Os homens é que eram máquinas e as máquinas é que eram homens. Macunaíma deu uma grande gargalhada. Percebeu que estava livre outra vez e teve uma satisfa mãe. Virou Jiguê na máquina telefone, ligou pros cabarés encomendando lagostas e francesas.”
Mário de Andrade, Macunaíma
domingo, 16 de março de 2008
desculpe, babe
Desculpe, babe
Não vou brincar com você
Desculpe, babe
Não vou mais ser joão-ninguém
Eu vou correndo
Buscar a glória, minha glória
Desculpe, babe
Mas eu já me decidi
Desculpe, babe
Eu vou viver mais pra mim
Eu vou correndo
Buscar a glória, minha glória
Não vou brincar com você
Desculpe, babe
Não vou mais ser joão-ninguém
Eu vou correndo
Buscar a glória, minha glória
Desculpe, babe
Mas eu já me decidi
Desculpe, babe
Eu vou viver mais pra mim
Eu vou correndo
Buscar a glória, minha glória
sábado, 2 de fevereiro de 2008
sábado, 19 de janeiro de 2008
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
VERSOS DE AMOR
(a um poeta erótico)
Parece muito doce aquela cana.
Descasco-a, provo-a, chupo-a... ilusão treda!
O amor, poeta, é como a cana azeda,
A toda a boca que o não prova engana.
Quis saber que era o amor, por experiência,
E hoje que, enfim, conheço o seu conteúdo,
Pudera eu ter, eu que idolatro o estudo,
Todas as ciências menos esta ciência!
Certo, este o amor não é que, em ânsias, amo
Mas certo, o egoísta amor este é que acinte
Amas, oposto a mim. Por conseguinte
Chamas amor aquilo que eu não chamo.
Oposto ideal ao meu ideal conservas.
Diverso é, pois, o ponto outro de vista
Consoante o qual, observo o amor, do egoísta
Modo de ver, consoante o qual, o observas.
Porque o amor, tal como eu o estou amando,
É Espírito, é éter, é substância fluida,
É assim como o ar que a gente pega e cuida,
Cuida, entretanto, não estar pegando!
E a transubstanciação de instintos rudes,
Imponderabilíssima e impalpável,
Que anda acima da carne miserável
Como anda a garça acima dos açudes!
Para reproduzir tal sentimento
Daqui por diante, atenta a orelha cauta,
Como Mársias - o inventor da flauta -
Vou inventar também outro instrumento!
Mas de tal arte e espécie tal fazê-lo
Ambiciono, que o idioma em que te eu falo
Possam todas as línguas decliná-lo
Possam todos os homens compreendê-lo!
Para que, enfim, chegando à última calma
Meu podre coração roto não role,
Integralmente desfibrado e mole,
Como um saco vazio dentro d'alma!
de Augustos dos Anjos
Parece muito doce aquela cana.
Descasco-a, provo-a, chupo-a... ilusão treda!
O amor, poeta, é como a cana azeda,
A toda a boca que o não prova engana.
Quis saber que era o amor, por experiência,
E hoje que, enfim, conheço o seu conteúdo,
Pudera eu ter, eu que idolatro o estudo,
Todas as ciências menos esta ciência!
Certo, este o amor não é que, em ânsias, amo
Mas certo, o egoísta amor este é que acinte
Amas, oposto a mim. Por conseguinte
Chamas amor aquilo que eu não chamo.
Oposto ideal ao meu ideal conservas.
Diverso é, pois, o ponto outro de vista
Consoante o qual, observo o amor, do egoísta
Modo de ver, consoante o qual, o observas.
Porque o amor, tal como eu o estou amando,
É Espírito, é éter, é substância fluida,
É assim como o ar que a gente pega e cuida,
Cuida, entretanto, não estar pegando!
E a transubstanciação de instintos rudes,
Imponderabilíssima e impalpável,
Que anda acima da carne miserável
Como anda a garça acima dos açudes!
Para reproduzir tal sentimento
Daqui por diante, atenta a orelha cauta,
Como Mársias - o inventor da flauta -
Vou inventar também outro instrumento!
Mas de tal arte e espécie tal fazê-lo
Ambiciono, que o idioma em que te eu falo
Possam todas as línguas decliná-lo
Possam todos os homens compreendê-lo!
Para que, enfim, chegando à última calma
Meu podre coração roto não role,
Integralmente desfibrado e mole,
Como um saco vazio dentro d'alma!
de Augustos dos Anjos
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Melô
Eu nasci pra esperar o meu amor
Que se foi, mas um dia voltará
Para os meu braços
E os nossos abraços realizar
"'Que sejas bem feliz' deve ter uns dois anos e poucos.
Se bom pra você for, podes partir, amor; e que sejas feliz, e muito bem feliz. Que Deus e a natureza, as aves nos seus ninhos... as flores pelas estradas perfumem todos os aminhos. Eu aqui ficarei, por você rezarei todas as tardes ao bater da 'Ave Maria'. Que sejas bem feliz, mas leve-me na mente. Que cresçam suas glorias e minhas lágrimas contentem.'
Cartola
Que se foi, mas um dia voltará
Para os meu braços
E os nossos abraços realizar
"'Que sejas bem feliz' deve ter uns dois anos e poucos.
Se bom pra você for, podes partir, amor; e que sejas feliz, e muito bem feliz. Que Deus e a natureza, as aves nos seus ninhos... as flores pelas estradas perfumem todos os aminhos. Eu aqui ficarei, por você rezarei todas as tardes ao bater da 'Ave Maria'. Que sejas bem feliz, mas leve-me na mente. Que cresçam suas glorias e minhas lágrimas contentem.'
Cartola
domingo, 6 de janeiro de 2008
Se se morre de amor!
(fragmentos)
Se se morre de amor! – Não, não se morre,
Quando é fascinação que nos surpreende
De ruídoso sarau entre os festejos;
Quando luzes, calor, orquestra e flores
Assomos de prazer nos raiam n´alma,
Que embelezada e solta em tal ambiente
No que ouve, e no que vê prazer alcança!
Simpáticas feições, cintura breve,
Graciosa postura, porte airoso,
Uma fita, uma flor entre os cabelos,
Um quê mal definido, acaso podem
Num engano d´amor arrebatar-nos.
Mas isso amor não é; isso é delírio.
Amar, e não saber, não ter coragem
Para dizer que amor que em nós sentimos:
Temer qu´olhos profanos nos devassem
O templo, onde a melhor porção da vida
Se concentra; onde avaros recatamos
Essa fonte de amor, esses tesouros
Inesgotáveis, d´ilusões floridas;
Sentir, sem que se veja, a quem se adora
Compr´ender, sem lhe ouvir, seus pensamentos,
Segui-la, sem poder fitar seus olhos,
Amá-la, sem ousar dizer que amamos,
E, temendo roçar os seus vestidos,
Arder por afogá-la em mil abraços:
Isso é amor, e desse amor se morre!
não há quem possa resistir quando o chorinho brasileiro faz sentir
(fragmentos)
Se se morre de amor! – Não, não se morre,
Quando é fascinação que nos surpreende
De ruídoso sarau entre os festejos;
Quando luzes, calor, orquestra e flores
Assomos de prazer nos raiam n´alma,
Que embelezada e solta em tal ambiente
No que ouve, e no que vê prazer alcança!
Simpáticas feições, cintura breve,
Graciosa postura, porte airoso,
Uma fita, uma flor entre os cabelos,
Um quê mal definido, acaso podem
Num engano d´amor arrebatar-nos.
Mas isso amor não é; isso é delírio.
Amar, e não saber, não ter coragem
Para dizer que amor que em nós sentimos:
Temer qu´olhos profanos nos devassem
O templo, onde a melhor porção da vida
Se concentra; onde avaros recatamos
Essa fonte de amor, esses tesouros
Inesgotáveis, d´ilusões floridas;
Sentir, sem que se veja, a quem se adora
Compr´ender, sem lhe ouvir, seus pensamentos,
Segui-la, sem poder fitar seus olhos,
Amá-la, sem ousar dizer que amamos,
E, temendo roçar os seus vestidos,
Arder por afogá-la em mil abraços:
Isso é amor, e desse amor se morre!
não há quem possa resistir quando o chorinho brasileiro faz sentir
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
para André
Enquanto o tempo não trouxer teu abacate
Amanhã será tomate, e à noite será mamão
Abacateiro sabes ao que estou me referindo
Porque todo tamarindo tem o seu agosto azedo
Cedo antes que o janeiro doce manga venha ser também
Abacateiro serás meu parceiro solitário
Nesse itinerário da leveza pelo ar
Abacateiro saiba que na refazenda
Tu me ensina a fazer renda que eu te ensino a namorar
Refazenda toda
Refazenda
Refazenda toda guariroba
Amanhã será tomate, e à noite será mamão
Abacateiro sabes ao que estou me referindo
Porque todo tamarindo tem o seu agosto azedo
Cedo antes que o janeiro doce manga venha ser também
Abacateiro serás meu parceiro solitário
Nesse itinerário da leveza pelo ar
Abacateiro saiba que na refazenda
Tu me ensina a fazer renda que eu te ensino a namorar
Refazenda toda
Refazenda
Refazenda toda guariroba
domingo, 19 de agosto de 2007
Namorados

O rapaz chegou-se para junto da moça e disse:
— Antônia, ainda não me acostumei com o seu corpo, com a sua cara.
A moça olhou de lado e esperou.— Você não sabe quando a gente é criança e de repente vê uma lagarta listada?
A moça se lembrava:
— A gente fica olhando...
A meninice brincou de novo nos olhos dela.
O rapaz prosseguiu com muita doçura:
— Antônia, você parece uma lagarta listada.
A moça arregalou os olhos, fez exclamações.
O rapaz concluiu:
— Antônia, você é engraçada! Você parece louca.
— Antônia, ainda não me acostumei com o seu corpo, com a sua cara.
A moça olhou de lado e esperou.— Você não sabe quando a gente é criança e de repente vê uma lagarta listada?
A moça se lembrava:
— A gente fica olhando...
A meninice brincou de novo nos olhos dela.
O rapaz prosseguiu com muita doçura:
— Antônia, você parece uma lagarta listada.
A moça arregalou os olhos, fez exclamações.
O rapaz concluiu:
— Antônia, você é engraçada! Você parece louca.
(Manuel Bandeira)
Ow, Din, a dança só termina quando a noite for embora!
domingo, 12 de agosto de 2007
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